Portuguese
Please post topics like "Svenska" (swedish) so that the ones translating to that language can share information about planned translations and comment on each others work.Portuguese
by FluCaseAdmin » Wed Sep 02, 2009 12:56 pm
Please communicate here about translations to Portuguese.
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Ver aqui o que estou a traduzir
by amalux » Fri Sep 04, 2009 11:31 am
Estou a traduzir os itens do menu e já traduzi o artigo "THE BAXTER/WHO CASE".
O caso Baxter/WHO
Última actualização em Segunda-Feira, 17 de Agosto de 209 16:46
Escrito por Jane Burgermeister Terça-Feira, 21 de Abril de 2009 20:34
Em Fevereiro de 2009, a subsidiária Austríaca da Baxter em Orth an der Donau manufacturou e distribuiu 72 quilos de material de vacina contaminado com vírus H1N1 para 16 laboratórios em quatro países.
Em Fevereiro de 2009, a subsidiária Austríaca da Baxter em Orth an der Donau manufacturou e distribuiu 72 quilos de material de vacina contaminado com vírus H1N1 para 16 laboratórios em quatro países, incluindo a Áustria, e assim quase despoletou uma pandemia, de acordo com o The Times of India.
O material de vacina contaminado consistia de uma mistura do vírus influenza humana sazonal H3N2 e do mortífero vírus H5N1. Ao juntar um vírus do tipo H5N1 com um vírus vulgar de gripe do tipo H3N2, a Baxter produziu uma arma biológica alamente perigosa. A WHO (OMS) forneceu à Baxter o vírus vivo da gripe das aves. Um membro da equipe de funcionários de um laboratório subcontratado na República Checa descobriu esta combinação letal, quando todos os animais testados morreram desta vacina.
Como a Baxter é obrigada a usar precauções BSL 3 (Biosafety Level 3/Bio-Segurança Nível 3) em seus laboratórios quando manuseia o vírus H1N1 (classificado como agente biológico, BSL3 ou 4 sob regulamentos da UE), a aplicação dessas medidas de segurança tornam a contaminação acidental de material do vulgar vírus influenza pelo perigoso H1N1 impossível.
Em outras palavras, esta contaminação e distribuição mortal foi quase de certeza devido a intenções criminosas. Trinta e seis pessoas tiveram de ser hospitalizadas preventivamente na Áustria e na República Checa devido á sua exposição a esta vacina contaminada, sublinhando o perigo.
Em 8 de Abril, eu abri o meu primeiro conjunto de acusações criminais com o Procurador da Cidade de Viena e a polícia na Áustria está agora a investigar.
Subsequentemente eu abri mais processos contra o encobrimento pelo Governo da Áustria em Julho, um incidente de bio-terrorismo em um comboio Suíço em Abril e um conjunto de processos no FBI na Embaixada dos EUA em Viena em Junho sobre o despoletar da "Gripe A/Suína).
O caso Baxter/WHO
Última actualização em Segunda-Feira, 17 de Agosto de 209 16:46
Escrito por Jane Burgermeister Terça-Feira, 21 de Abril de 2009 20:34
Em Fevereiro de 2009, a subsidiária Austríaca da Baxter em Orth an der Donau manufacturou e distribuiu 72 quilos de material de vacina contaminado com vírus H1N1 para 16 laboratórios em quatro países.
Em Fevereiro de 2009, a subsidiária Austríaca da Baxter em Orth an der Donau manufacturou e distribuiu 72 quilos de material de vacina contaminado com vírus H1N1 para 16 laboratórios em quatro países, incluindo a Áustria, e assim quase despoletou uma pandemia, de acordo com o The Times of India.
O material de vacina contaminado consistia de uma mistura do vírus influenza humana sazonal H3N2 e do mortífero vírus H5N1. Ao juntar um vírus do tipo H5N1 com um vírus vulgar de gripe do tipo H3N2, a Baxter produziu uma arma biológica alamente perigosa. A WHO (OMS) forneceu à Baxter o vírus vivo da gripe das aves. Um membro da equipe de funcionários de um laboratório subcontratado na República Checa descobriu esta combinação letal, quando todos os animais testados morreram desta vacina.
Como a Baxter é obrigada a usar precauções BSL 3 (Biosafety Level 3/Bio-Segurança Nível 3) em seus laboratórios quando manuseia o vírus H1N1 (classificado como agente biológico, BSL3 ou 4 sob regulamentos da UE), a aplicação dessas medidas de segurança tornam a contaminação acidental de material do vulgar vírus influenza pelo perigoso H1N1 impossível.
Em outras palavras, esta contaminação e distribuição mortal foi quase de certeza devido a intenções criminosas. Trinta e seis pessoas tiveram de ser hospitalizadas preventivamente na Áustria e na República Checa devido á sua exposição a esta vacina contaminada, sublinhando o perigo.
Em 8 de Abril, eu abri o meu primeiro conjunto de acusações criminais com o Procurador da Cidade de Viena e a polícia na Áustria está agora a investigar.
Subsequentemente eu abri mais processos contra o encobrimento pelo Governo da Áustria em Julho, um incidente de bio-terrorismo em um comboio Suíço em Abril e um conjunto de processos no FBI na Embaixada dos EUA em Viena em Junho sobre o despoletar da "Gripe A/Suína).
- amalux
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Portuguese: Menu Itens Translation
by amalux » Sat Sep 05, 2009 1:27 am
[*]Home
[*]Sumário
+ Arquivo de Artigos
+ Arquivo de Notícias em Destaque
+ Arquivo de Vídeos Youtube
[*]Processos Criminais
+ Guia para Processos Criminais
+ Evidência Adicional a-z
a: A Vacina é Tóxica
b: A Toxicidade é Intencional
c: Testes Clínicos são Distorcidos
[*]Injunções
+ Guia para Injunções
+ Injunções EUA por Estado
++ Florida
++ Washington
[*]Caso Baxter/WHO
[*]Downloads
[*]Forum
[*]Contacte-me
Suporte http://www.theflucase.com
Suporte http://www.theflucase.com, o web site oficial de Jane Burgermeister, fazendo uma doação. Qualquer quantidade ajuda e somos muito cuidadosos com o seu dinheiro. Esta doação vai directamente para Jane Burgermeister e sua conta Paypal Alemã.
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a: A Vacina é Tóxica
b: A Toxicidade é Intencional
c: Testes Clínicos são Distorcidos
[*]Injunções
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[*]Caso Baxter/WHO
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Last edited by amalux on Tue Oct 13, 2009 4:20 am, edited 1 time in total.
- amalux
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Portuguese: Forced mass vaccinations
by amalux » Sat Sep 05, 2009 2:01 am
Vacinação em massa forçada
Última actualização em Segunda-Feira, 17 de Agosto 2009 18:06
Escrito por Jane Burgermeister em Quinta-Feira, 06 de Agosto 2009 00:00
Nas semanas próximas, você poderá ser forçado a tomar uma vacina tóxica contra a "gripe dos porcos", ser posto em quarentena e restringido em suas viagens porque a OMS declarou uma emergência de pandemia global do mais alto nível.
Nas semanas próximas, você poderá ser forçado a tomar uma vacina tóxica contra a "gripe dos porcos", ser posto em quarentena e restringido em suas viagens porque a OMS declarou uma emergência de pandemia global do mais alto nível, denominada nível 6, e assim despoletou lei marcial global apesar da evidência de que a gripe A ou gripe dos porcos é inofensiva.
Como resultado desta declaração de pandemia nível 6, os EUA, Europa e outros países passaram de lei civil para lei militar.
A recusa da vacinação mandatória da OMS foi criminalizada sob orientações relacionadas com emergências de saúde públicas. A polícia pode usar força mortal contra "criminosos suspeitos", o que significa, podem levar você para a prisão ou mesmo vaciná-lo contra sua vontade.
Existe, no entanto, evidência científica de que a vacina mandatória da OMS será tóxica e potencialmente mortal.
A OMS desenvolveu um método de usar vacinas para matar pessoas em três passos os quais foram descritos em memos datados desde 1972 numa abordagem tri-partida, enfraquecer o sistema imunitário, injectar uma dose maciça de vírus no corpo, que o sistema imunitário enfraquecido não pode enfrentar e injectar um adjuvante que irá causar uma reacção inflamatória e uma tempestade de citoquinas e assim matar em três passos como foi esboçado nos memos de 1972 da OMS.
Também, as vacinas irão ter o adjuvante squalene conhecido por causar a Síndrome da Guerra do Golfo. A vacina irá ser apressada sem qualquer teste de segurança clínico adequado.
Última actualização em Segunda-Feira, 17 de Agosto 2009 18:06
Escrito por Jane Burgermeister em Quinta-Feira, 06 de Agosto 2009 00:00
Nas semanas próximas, você poderá ser forçado a tomar uma vacina tóxica contra a "gripe dos porcos", ser posto em quarentena e restringido em suas viagens porque a OMS declarou uma emergência de pandemia global do mais alto nível.
Nas semanas próximas, você poderá ser forçado a tomar uma vacina tóxica contra a "gripe dos porcos", ser posto em quarentena e restringido em suas viagens porque a OMS declarou uma emergência de pandemia global do mais alto nível, denominada nível 6, e assim despoletou lei marcial global apesar da evidência de que a gripe A ou gripe dos porcos é inofensiva.
Como resultado desta declaração de pandemia nível 6, os EUA, Europa e outros países passaram de lei civil para lei militar.
A recusa da vacinação mandatória da OMS foi criminalizada sob orientações relacionadas com emergências de saúde públicas. A polícia pode usar força mortal contra "criminosos suspeitos", o que significa, podem levar você para a prisão ou mesmo vaciná-lo contra sua vontade.
Existe, no entanto, evidência científica de que a vacina mandatória da OMS será tóxica e potencialmente mortal.
A OMS desenvolveu um método de usar vacinas para matar pessoas em três passos os quais foram descritos em memos datados desde 1972 numa abordagem tri-partida, enfraquecer o sistema imunitário, injectar uma dose maciça de vírus no corpo, que o sistema imunitário enfraquecido não pode enfrentar e injectar um adjuvante que irá causar uma reacção inflamatória e uma tempestade de citoquinas e assim matar em três passos como foi esboçado nos memos de 1972 da OMS.
Também, as vacinas irão ter o adjuvante squalene conhecido por causar a Síndrome da Guerra do Golfo. A vacina irá ser apressada sem qualquer teste de segurança clínico adequado.
- amalux
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Portuguese: Microchip implants ready for use with swine flu
by amalux » Sat Sep 05, 2009 10:52 pm
Microchip implants ready for use with swine flu vaccine
Implantes de microchip prontos para usar com a vacina da gripe suína/A
Entre os primeiros visitantes do meu blog birdflu666 estava um produtor Austríaco de chips RFID, sugerindo fortemente a noção da intenção de que microchips serão usados em qualquer campanha de vacinação em massa, razão da qual o interesse acutilante do produtor Austríaco em minhas acusações criminais contra a Baxter.
Outro produtor dos EUA na Florida está também a trabalhar em implantes de microchips "pandémicos".
Vida Com O Big Brother/Grande Irmão
Próximo passo do temor H1N1: Implante de Microchips
Empresa desenvolvendo dispositivos debaixo-da-pele para detectar "bio-ameaças".
Afixado: Agosto 22, 2009
11:50 pm Oriental
Por Drew Zahn
© 2009 WorldNetDaily
Uma empresa baseada na Florida que se gaba de vender o primeiro e único radio microchip aprovado federalmente para implante em humanos está agora a direccionar o desenvolvimento de ramificações para "prontidão de emergência," esperando produzir um implante que pode detectar automaticamente na corrente sanguínea do hospedeiro a presença de gripe suína ou outros vírus considerados "bio-ameaça."
A Corporação Verichip vende actualmente uma pequena, cápsula sob-a-pele de Identificação por Rádio Frequência, ou RFID, que os pacientes podem optar por implantar, contendo um número ligado a computador ao seu registro médico, possibilitando os médicos com um leitor especial aceder à informação mesmo que o paciente esteja inconsciente ou não identificável. A empresa gaba-se que seu microchip, aproximadamente do tamanho de um grão de arroz, é o único implante do tipo aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) dos E.U.A..
Mas a Verichip também voltou a sua atenção para outros usos desta tecnologia, incluindo microchips que serão usados para marcar e registar restos humanos depois de um desastre e implantes que espera a empresa serão capazes de avisar se o seu hospedeiro está infectado com o vírus da gripe suína H1N1, o vírus da gripe aviária H5N1 ou outros agentes pandémicos considerados como "bio-ameaça."
A Verichip está a trabalhar com uma empresa do Minnesota, Receptors LLC, para desenvolver a tecnologia de vírus-detecção.
"À medida que continuamos a construir nossa parceria com a Receptors, que começou com o desenvolvimento de um microchip implantável RFID detector-glucose, estamos avançando além da identificação do paciente para sensores que podem detectar e identificar doenças e vírus como o influenza," disse Scott R. Silverman, presidente da Verichip, numa declaração. "Este é um passo seguinte excitante para o futuro da nossa divisão de cuidados de saúde."
De acordo com um white paper (relatório informativo) conjunto divulgado no início deste ano por ambas as empresas chamaram-no "Um sistema de sensores integrado para a detecção de Bio-Ameaças desde Pandemias a Doenças Emergentes a Bio-Terrorismo," o objectivo da pesquisa é transformar a existente tecnologia de detecção de glucose em localizadores de vírus no seu lugar, e então acoplar com um microchip "in vivo" - significa implante dentro de um organismo vivo - que pode alertar outros da presença do vírus.
O objectivo final é desenvolver um implante que possa também diagnosticar com qual vírus está o hospedeiro infectado.
A Verichip anunciou também no princípio deste mês incursões adicionais em preparação de emergência através do seu sistema Veritrace.
De acordo com uma declaração, a empresa vendeu um sistema Veritrace, incluindo 1,000 microchips RFID, ao Departamento de Saúde do Distrito de Kentucky Green River "para preparação de desastres e gestão de necessidades de emergência".
A empresa explica que o Veritrace, um sistema separado da detecção de vírus ou da tecnologia de registo de pacientes, foi criada no rescaldo do Furacão Katrina, onde foi usada pela Federal Disaster Mortuary Operational Response Team. O sistema inclui os microchips, um leitor da mão Bluetooth, uma câmera personalizada que recebe ambos os dados escaneados pelo RFID e dados GPS sem fios e uma base de dados baseada na web para armazenamento de informação e imagens capturadas durante as operações de resposta a emergências.
Os microchips são implantados nos restos humanos depois de um desastre ou, de acordo com um relatório da catástrofe Katrina, acoplados nos ossos, de forma a manter registos detalhados, particularmente em eventos que resultam na morte de centenas ou milhares.
"Esta base de dados assegura a colecção precisa, armazenamento e inventário de todos os dados e imagens relacionados com os restos humanos e os itens de prova associados," ostenta a declaração. "Isto permite também a recriação de uma completa e exacta reconstrução de um local de desastre, cena de crime ou local similar onde a recriação é necessária."
Desde o Furacão Katrina, o RFID Journal reporta, o Departamento de Investigação da Georgia, o Departamento de Saúde do Havai, o Sistema de Resposta de Operações e Emergências Mortuárias e o escritório do examinador médico do Departamento de Saúde do Condado de Erie, N.Y., compraram também o sistema. Mais cedo este ano, a VeriChip anunciou vendas ao Maryland's Calvert Memorial Hospital e à Mercer and Atlantic condados em Nova Jersey.
A WND contactou a VeriChip procurando informação do seu progresso em desenvolver a tecnologia de detecção de vírus e outros microchips implantáveis para emergências e prevenção, mas não recebeu nenhuma resposta.
Implantes de microchip prontos para usar com a vacina da gripe suína/A
Entre os primeiros visitantes do meu blog birdflu666 estava um produtor Austríaco de chips RFID, sugerindo fortemente a noção da intenção de que microchips serão usados em qualquer campanha de vacinação em massa, razão da qual o interesse acutilante do produtor Austríaco em minhas acusações criminais contra a Baxter.
Outro produtor dos EUA na Florida está também a trabalhar em implantes de microchips "pandémicos".
Vida Com O Big Brother/Grande Irmão
Próximo passo do temor H1N1: Implante de Microchips
Empresa desenvolvendo dispositivos debaixo-da-pele para detectar "bio-ameaças".
Afixado: Agosto 22, 2009
11:50 pm Oriental
Por Drew Zahn
© 2009 WorldNetDaily
Uma empresa baseada na Florida que se gaba de vender o primeiro e único radio microchip aprovado federalmente para implante em humanos está agora a direccionar o desenvolvimento de ramificações para "prontidão de emergência," esperando produzir um implante que pode detectar automaticamente na corrente sanguínea do hospedeiro a presença de gripe suína ou outros vírus considerados "bio-ameaça."
A Corporação Verichip vende actualmente uma pequena, cápsula sob-a-pele de Identificação por Rádio Frequência, ou RFID, que os pacientes podem optar por implantar, contendo um número ligado a computador ao seu registro médico, possibilitando os médicos com um leitor especial aceder à informação mesmo que o paciente esteja inconsciente ou não identificável. A empresa gaba-se que seu microchip, aproximadamente do tamanho de um grão de arroz, é o único implante do tipo aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) dos E.U.A..
Mas a Verichip também voltou a sua atenção para outros usos desta tecnologia, incluindo microchips que serão usados para marcar e registar restos humanos depois de um desastre e implantes que espera a empresa serão capazes de avisar se o seu hospedeiro está infectado com o vírus da gripe suína H1N1, o vírus da gripe aviária H5N1 ou outros agentes pandémicos considerados como "bio-ameaça."
A Verichip está a trabalhar com uma empresa do Minnesota, Receptors LLC, para desenvolver a tecnologia de vírus-detecção.
"À medida que continuamos a construir nossa parceria com a Receptors, que começou com o desenvolvimento de um microchip implantável RFID detector-glucose, estamos avançando além da identificação do paciente para sensores que podem detectar e identificar doenças e vírus como o influenza," disse Scott R. Silverman, presidente da Verichip, numa declaração. "Este é um passo seguinte excitante para o futuro da nossa divisão de cuidados de saúde."
De acordo com um white paper (relatório informativo) conjunto divulgado no início deste ano por ambas as empresas chamaram-no "Um sistema de sensores integrado para a detecção de Bio-Ameaças desde Pandemias a Doenças Emergentes a Bio-Terrorismo," o objectivo da pesquisa é transformar a existente tecnologia de detecção de glucose em localizadores de vírus no seu lugar, e então acoplar com um microchip "in vivo" - significa implante dentro de um organismo vivo - que pode alertar outros da presença do vírus.
O objectivo final é desenvolver um implante que possa também diagnosticar com qual vírus está o hospedeiro infectado.
A Verichip anunciou também no princípio deste mês incursões adicionais em preparação de emergência através do seu sistema Veritrace.
De acordo com uma declaração, a empresa vendeu um sistema Veritrace, incluindo 1,000 microchips RFID, ao Departamento de Saúde do Distrito de Kentucky Green River "para preparação de desastres e gestão de necessidades de emergência".
A empresa explica que o Veritrace, um sistema separado da detecção de vírus ou da tecnologia de registo de pacientes, foi criada no rescaldo do Furacão Katrina, onde foi usada pela Federal Disaster Mortuary Operational Response Team. O sistema inclui os microchips, um leitor da mão Bluetooth, uma câmera personalizada que recebe ambos os dados escaneados pelo RFID e dados GPS sem fios e uma base de dados baseada na web para armazenamento de informação e imagens capturadas durante as operações de resposta a emergências.
Os microchips são implantados nos restos humanos depois de um desastre ou, de acordo com um relatório da catástrofe Katrina, acoplados nos ossos, de forma a manter registos detalhados, particularmente em eventos que resultam na morte de centenas ou milhares.
"Esta base de dados assegura a colecção precisa, armazenamento e inventário de todos os dados e imagens relacionados com os restos humanos e os itens de prova associados," ostenta a declaração. "Isto permite também a recriação de uma completa e exacta reconstrução de um local de desastre, cena de crime ou local similar onde a recriação é necessária."
Desde o Furacão Katrina, o RFID Journal reporta, o Departamento de Investigação da Georgia, o Departamento de Saúde do Havai, o Sistema de Resposta de Operações e Emergências Mortuárias e o escritório do examinador médico do Departamento de Saúde do Condado de Erie, N.Y., compraram também o sistema. Mais cedo este ano, a VeriChip anunciou vendas ao Maryland's Calvert Memorial Hospital e à Mercer and Atlantic condados em Nova Jersey.
A WND contactou a VeriChip procurando informação do seu progresso em desenvolver a tecnologia de detecção de vírus e outros microchips implantáveis para emergências e prevenção, mas não recebeu nenhuma resposta.
- amalux
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Re: Portuguese
by amalux » Thu Oct 29, 2009 11:29 pm
"Five deaths in Sweden after swine flu jab tip of the iceberg"
A ponta do icebergue cinco mortes na Suécia depois da vacina para a gripe A
As cinco mortes assim como os 15 casos de hospitalização reportados na Suécia até agora devido à vacina para a gripe A são apenas a ponta do iceberg, disse Wolfgang Becker-Brüser do arznei-telegramm, de acordo com o Kurier.
Gunila Sjöln-Forsberg da Agência Médica da Suécia disse que não havia indicação de que as vacinas fossem responsáveis, levantando preocupação de que as autoridades estão a encobrir o assunto.
As autoridades na Suécia não instituíram um programa para verificar sistematicamente efeitos secundários da vacina para a gripe A mas estão confiando nos relatos de de mortes e danos de pacientes e médicos.
De acordo com o relatório do Kurier, um milhão de Suecos tomou a vacina até agora.
Este é o relatório em Alemão:
Fünf Tote in Schweden nach H1N1-Impfung
Die chronisch kranken Patienten starben kurz nach der Neue Grippe-Impfung. Ob ein Zusammenhang besteht, ist unklar.
Als Impfmuffel kann man die Schweden nicht gerade bezeichnen: Seit 12. Oktober haben sich bereits etwa eine Millione Menschen mit dem Schweinegrippe-Impfstoff Pandemrix impfen lassen.
Inzwischen hat aber das Vertrauen in diese Vorsorgemaßnahme einen Dämpfer erhalten: Fünf Menschen starben einige Stunden bis wenige Tage nach der Impfung. Die Toten waren zwischen 50 und 90 Jahre alt. "Alle litten unter chronischen Grunderkrankungen wie Herz-Kreislauf-Leiden, Diabetes und Nierenproblemen", sagt Gunilla Sjölin-Forsberg von der schwedischen Medical Products Agency zum KURIER. "Die Todesfälle werden genau überprüft. Bislang gibt es noch keinen Hinweis darauf, dass die Impfung verantwortlich ist", betont die Expertin.
"Wenn man viele ältere und kranke Menschen impft, gibt es einfach nach der Impfung natürliche Todesfälle, die aber mit der Impfung nichts zu tun haben", sagt der Pharmakologe Markus Müller, MedUni Wien. "Todesfälle im direkten Zusammenhang mit der Impfung sind extrem unwahrscheinlich."
Als schwerere Nebenwirkungen wurden in Schweden zudem 37 Fälle von allergischen Reaktionen beobachtet, 15 der Betroffenen mussten im Spital behandelt werden. "Sie hatten eine Allergie auf Ei-Inhaltsstoffe", so Sjölin-Forsberg. Eier werden für die Herstellung von Pandemrix benötigt. Der in Österreich verwendete Impfstoff Celvapan wird hingegen auf Zellkulturen gezüchtet. Die restlichen gemeldeten Nebenwirkungen - etwa lokale Hautreaktionen - seien "erwartbar" gewesen.
"Die erfassten schweren Nebenwirkungen in Schweden sind sicher nur die Spitze des Eisberges, weil es auch dort keine systematische Beobachtung der Nebenwirkungen, sondern nur Spontanmeldungen gibt", sagt Wolfgang Becker-Brüser vom pharmakritischen arznei-telegramm in Berlin. Er kritisiert, dass in der Öffentlichkeit die Schäden, die die Neue Grippe einerseits und die Impfung andererseits verursachen, verzerrt dargestellt werden: "Bei chronisch Kranken, die nach H1N1-Infektionen sterben, wird meist ausgeklammert, dass die Patienten auch an ihrer Grunderkrankung gestorben sein könnten. Bei Todesfällen nach Impfungen ist es, wie jetzt in Schweden, genau umgekehrt."
Innsbrucker Patientin
Nicht verbessert hat sich der Gesundheitszustand jener elfjährigen Südtirolerin, die nach der Infektion mit Schweinegrippe in Innsbruck behandelt wird . Sie bleibt nach dem Versagen ihrer Lunge weiter an die Herz-Lungen-Maschine angeschlossen, die sie mit Sauerstoff versorgt. Inzwischen ist ein bakterieller Erreger (Staphylokokkus) sowohl in der Lungenflüssigkeit, als auch in der Luftröhre nachgewiesen worden. Die Behandlung mit Antibiotika und antiviralen Medikamenten werde fortgesetzt.
A ponta do icebergue cinco mortes na Suécia depois da vacina para a gripe A
As cinco mortes assim como os 15 casos de hospitalização reportados na Suécia até agora devido à vacina para a gripe A são apenas a ponta do iceberg, disse Wolfgang Becker-Brüser do arznei-telegramm, de acordo com o Kurier.
Gunila Sjöln-Forsberg da Agência Médica da Suécia disse que não havia indicação de que as vacinas fossem responsáveis, levantando preocupação de que as autoridades estão a encobrir o assunto.
As autoridades na Suécia não instituíram um programa para verificar sistematicamente efeitos secundários da vacina para a gripe A mas estão confiando nos relatos de de mortes e danos de pacientes e médicos.
De acordo com o relatório do Kurier, um milhão de Suecos tomou a vacina até agora.
Este é o relatório em Alemão:
Fünf Tote in Schweden nach H1N1-Impfung
Die chronisch kranken Patienten starben kurz nach der Neue Grippe-Impfung. Ob ein Zusammenhang besteht, ist unklar.
Als Impfmuffel kann man die Schweden nicht gerade bezeichnen: Seit 12. Oktober haben sich bereits etwa eine Millione Menschen mit dem Schweinegrippe-Impfstoff Pandemrix impfen lassen.
Inzwischen hat aber das Vertrauen in diese Vorsorgemaßnahme einen Dämpfer erhalten: Fünf Menschen starben einige Stunden bis wenige Tage nach der Impfung. Die Toten waren zwischen 50 und 90 Jahre alt. "Alle litten unter chronischen Grunderkrankungen wie Herz-Kreislauf-Leiden, Diabetes und Nierenproblemen", sagt Gunilla Sjölin-Forsberg von der schwedischen Medical Products Agency zum KURIER. "Die Todesfälle werden genau überprüft. Bislang gibt es noch keinen Hinweis darauf, dass die Impfung verantwortlich ist", betont die Expertin.
"Wenn man viele ältere und kranke Menschen impft, gibt es einfach nach der Impfung natürliche Todesfälle, die aber mit der Impfung nichts zu tun haben", sagt der Pharmakologe Markus Müller, MedUni Wien. "Todesfälle im direkten Zusammenhang mit der Impfung sind extrem unwahrscheinlich."
Als schwerere Nebenwirkungen wurden in Schweden zudem 37 Fälle von allergischen Reaktionen beobachtet, 15 der Betroffenen mussten im Spital behandelt werden. "Sie hatten eine Allergie auf Ei-Inhaltsstoffe", so Sjölin-Forsberg. Eier werden für die Herstellung von Pandemrix benötigt. Der in Österreich verwendete Impfstoff Celvapan wird hingegen auf Zellkulturen gezüchtet. Die restlichen gemeldeten Nebenwirkungen - etwa lokale Hautreaktionen - seien "erwartbar" gewesen.
"Die erfassten schweren Nebenwirkungen in Schweden sind sicher nur die Spitze des Eisberges, weil es auch dort keine systematische Beobachtung der Nebenwirkungen, sondern nur Spontanmeldungen gibt", sagt Wolfgang Becker-Brüser vom pharmakritischen arznei-telegramm in Berlin. Er kritisiert, dass in der Öffentlichkeit die Schäden, die die Neue Grippe einerseits und die Impfung andererseits verursachen, verzerrt dargestellt werden: "Bei chronisch Kranken, die nach H1N1-Infektionen sterben, wird meist ausgeklammert, dass die Patienten auch an ihrer Grunderkrankung gestorben sein könnten. Bei Todesfällen nach Impfungen ist es, wie jetzt in Schweden, genau umgekehrt."
Innsbrucker Patientin
Nicht verbessert hat sich der Gesundheitszustand jener elfjährigen Südtirolerin, die nach der Infektion mit Schweinegrippe in Innsbruck behandelt wird . Sie bleibt nach dem Versagen ihrer Lunge weiter an die Herz-Lungen-Maschine angeschlossen, die sie mit Sauerstoff versorgt. Inzwischen ist ein bakterieller Erreger (Staphylokokkus) sowohl in der Lungenflüssigkeit, als auch in der Luftröhre nachgewiesen worden. Die Behandlung mit Antibiotika und antiviralen Medikamenten werde fortgesetzt.
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Re: Portuguese
by amalux » Fri Oct 30, 2009 12:26 am
"GlaxoSmithKline Continues Vaccine Trial Even After 12 Babies Die"
GlaxoSmithKline Continua Testes de Vacina Mesmo Depois de Morrerem 12 Bebés.
por Joanne Waldron, cidadã jornalista
(NaturalNews) De acordo com um artigo da TradingMarkets.com, pelo menos um dúzia de bebés morreram em testes para uma vacina contra a pneumonia conduzidos pela GlaxoSmithKline na Argentina. A Federação de Profissionais de Saúde da Argentina (Fesprosa) assegura que crianças de famílias pobres estão a ser usadas nos testes enquanto os pais são intimidados a assinar documentos de consentimento. Os testes continuam ainda, apesar de pelo menos 12 crianças terem morrido até agora.
A Fesprosa mantém que não existe controle estatal e que não existem nenhuns requisitos éticos. Isto não é surpresa nenhuma para aqueles que sabem como este tipo de testes humanos habitualmente decorrem. Falando de modo geral, testes de vacinas são conduzidos em países do Terceiro Mundo com gente pobre que muitas vezes se sentem presas a participar em experimentos humanos de saúde de forma a receberem cuidados médicos ou suprir outras necessidades.
Não encontramos este tipo de experimentos a decorrer em lugares como os Estados Unidos ou Europa, onde os nomes e as caras das vítimas seriam de certeza expostos na imprensa causando grande contestação. Em vez disso, as crianças de gente pobre que muitas vezes nem sabem ler e escrever , são usadas nos testes. Aparentemente, o investigador responsável pelos testes não pensou que fosse preocupante que 12 crianças tenham morrido até agora já que mortes por doenças respiratórias causadas pela bactéria pneumococcal causa maior número de mortes. Claro que isto não é conforto nenhum para as pobres mães cujos filhos são sacrificados para os ganhos monetários de um gigante farmacêutico.
A tia de uma das vítimas alega que, uma vez que as crianças comecem a participar nestes teste, já não existe forma de sair. Mães que tentam retirar os seus filhos dos testes são intimidadas até à submissão, dizendo-lhes que os seus filhos nunca receberão nenhuma outra vacina se forem retirados dos testes antes de estarem completos. Imagine sendo uma mãe pobre, sem educação e ter de fazer uma escolha destas. (Lembre-se, também, que alguns nem conseguem ler os documentos de consentimento que estão assinando!)
Qualquer um que não tenha visto "O Jardineiro", um filme estrelando Ralph Fiennes, precisa realmente de o ver. Enquanto a história é ficcional, o espectador é capaz de entender melhor como os testes de medicamentos e vacinas são conduzidos. Algumas palavras particularmente tocantes são proferidas no filme pelo personagem "Ham", que está discutindo as mortes que acontecem em testes patrocinados pelas companhias farmacêuticas quando ele declara: "E dessas mortes nós recebemos os benefícios da civilização, benefícios que podemos pagar tão facilmente... porque essas vidas foram compradas tão barato." Infelizmente, todos consumidores de medicamentos e vacinas partilham alguma da responsabilidade das mortes e danos destas vítimas de testes a medicamentos. Ainda que não seja sempre fácil fazer a coisa certa, algumas vezes temos que fazer a escolha moral e levantarmo-nos por estas crianças e dizer "Não" à Big Pharma.
GlaxoSmithKline Continua Testes de Vacina Mesmo Depois de Morrerem 12 Bebés.
por Joanne Waldron, cidadã jornalista
(NaturalNews) De acordo com um artigo da TradingMarkets.com, pelo menos um dúzia de bebés morreram em testes para uma vacina contra a pneumonia conduzidos pela GlaxoSmithKline na Argentina. A Federação de Profissionais de Saúde da Argentina (Fesprosa) assegura que crianças de famílias pobres estão a ser usadas nos testes enquanto os pais são intimidados a assinar documentos de consentimento. Os testes continuam ainda, apesar de pelo menos 12 crianças terem morrido até agora.
A Fesprosa mantém que não existe controle estatal e que não existem nenhuns requisitos éticos. Isto não é surpresa nenhuma para aqueles que sabem como este tipo de testes humanos habitualmente decorrem. Falando de modo geral, testes de vacinas são conduzidos em países do Terceiro Mundo com gente pobre que muitas vezes se sentem presas a participar em experimentos humanos de saúde de forma a receberem cuidados médicos ou suprir outras necessidades.
Não encontramos este tipo de experimentos a decorrer em lugares como os Estados Unidos ou Europa, onde os nomes e as caras das vítimas seriam de certeza expostos na imprensa causando grande contestação. Em vez disso, as crianças de gente pobre que muitas vezes nem sabem ler e escrever , são usadas nos testes. Aparentemente, o investigador responsável pelos testes não pensou que fosse preocupante que 12 crianças tenham morrido até agora já que mortes por doenças respiratórias causadas pela bactéria pneumococcal causa maior número de mortes. Claro que isto não é conforto nenhum para as pobres mães cujos filhos são sacrificados para os ganhos monetários de um gigante farmacêutico.
A tia de uma das vítimas alega que, uma vez que as crianças comecem a participar nestes teste, já não existe forma de sair. Mães que tentam retirar os seus filhos dos testes são intimidadas até à submissão, dizendo-lhes que os seus filhos nunca receberão nenhuma outra vacina se forem retirados dos testes antes de estarem completos. Imagine sendo uma mãe pobre, sem educação e ter de fazer uma escolha destas. (Lembre-se, também, que alguns nem conseguem ler os documentos de consentimento que estão assinando!)
Qualquer um que não tenha visto "O Jardineiro", um filme estrelando Ralph Fiennes, precisa realmente de o ver. Enquanto a história é ficcional, o espectador é capaz de entender melhor como os testes de medicamentos e vacinas são conduzidos. Algumas palavras particularmente tocantes são proferidas no filme pelo personagem "Ham", que está discutindo as mortes que acontecem em testes patrocinados pelas companhias farmacêuticas quando ele declara: "E dessas mortes nós recebemos os benefícios da civilização, benefícios que podemos pagar tão facilmente... porque essas vidas foram compradas tão barato." Infelizmente, todos consumidores de medicamentos e vacinas partilham alguma da responsabilidade das mortes e danos destas vítimas de testes a medicamentos. Ainda que não seja sempre fácil fazer a coisa certa, algumas vezes temos que fazer a escolha moral e levantarmo-nos por estas crianças e dizer "Não" à Big Pharma.
- amalux
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Re: Portuguese
by amalux » Wed Nov 04, 2009 8:15 am
"Twenty reasons why vitamin D is better than a swine flu vaccine"
Vinte Razões Porque a Vitamina D é Melhor que a Vacina Contra a Gripe A H1N1
Mike Adams
NaturalNews
Terça-Feira, 3 de Nov, 2009
A notícia saíu: Vitamina D é melhor que a vacina para a gripe A na contenção de infecções pelo H1N1. De facto, em primeiro lugar, sem vitamina D, as chances são de que a vacina não irá gerar uma resposta imunitária suficiente.
Isso porque a vitamina D é essencial a uma saudável função imune activa. Essa é apenas uma das razões porque pessoas espertas estão escolhendo a vitamina D em vez da vacina para a gripe A. Aqui estão mais dezanove razões:
#1 A vitamina D activa o seu sistema imunitário para responder a qualquer exposição víral (não apenas um vírus).
#2 A vitamina D pertence naturalmente no seu corpo.
#3 A vitamina D tem funcionado como medicina no corpo humano desde o início da espécie humana.
#4 A vitamina D está disponível agora mesmo e não existe falta dela.
#5 A vitamina D não irá provocar que seu cérebro inche e o ponha em coma.
#6 A vitamina não requer uma injecção com uma agulha assustadora.
#7 A vitamina D encontra-se naturalmente em muitas comidas como as sardinhas ou o salmão.
#8 A vitamina D tem um registro de segurança perfeito. Nunca ninguém morreu por a consumir.
#9 A vitamina D tem um preço atractivo. Você até pode tê-la grátis (pela luz solar).
Vitamin D is affordable. You can even get it for free (from sunlight).
#10 A vitamina D não contém fragmentos virais de animais doentes (como muitas vezes as vacinas têm).
#11 A vitamina D não contém thimerosal (mercúrio) ou outros preservantes químicos.
#12 Vitamina D não precisa de uma bula de aviso descrevendo possíveis efeitos secundários.
#13 Vitamina D não magoa o seu braço quando a toma.
#14 A vitamina D também melhora o metabolismo do açúcar, densidade óssea e modos saudáveis.
#15 A vitamina D é segura para o ambiente.
#16 Vitamina D não contém esqualeno ou outros adjuvantes químicos inflamatórios.
#17 A vitamina D funciona em toda a gente e é segura para todos, incluindo crianças e bebés.
#18 A vitamina D é feita na natureza e não num laboratório.
#19 A vitamina D encontra-se naturalmente no leite materno.
#20 Você pode andar, mascar goma, e gerar vitamina D do Sol tudo ao mesmo tempo.
Desista da vacina. Tome mais vitamina D!
E aqui uma pequena rima que escrevi acerca da vacina para a gripe A de que poderá gostar:
The swine flu vaccine was a hoax
All the “science” turned out to be jokes
One quick vaccination
Caused genetic mutation
Turning friendly young girls into blokes
Vinte Razões Porque a Vitamina D é Melhor que a Vacina Contra a Gripe A H1N1
Mike Adams
NaturalNews
Terça-Feira, 3 de Nov, 2009
A notícia saíu: Vitamina D é melhor que a vacina para a gripe A na contenção de infecções pelo H1N1. De facto, em primeiro lugar, sem vitamina D, as chances são de que a vacina não irá gerar uma resposta imunitária suficiente.
Isso porque a vitamina D é essencial a uma saudável função imune activa. Essa é apenas uma das razões porque pessoas espertas estão escolhendo a vitamina D em vez da vacina para a gripe A. Aqui estão mais dezanove razões:
#1 A vitamina D activa o seu sistema imunitário para responder a qualquer exposição víral (não apenas um vírus).
#2 A vitamina D pertence naturalmente no seu corpo.
#3 A vitamina D tem funcionado como medicina no corpo humano desde o início da espécie humana.
#4 A vitamina D está disponível agora mesmo e não existe falta dela.
#5 A vitamina D não irá provocar que seu cérebro inche e o ponha em coma.
#6 A vitamina não requer uma injecção com uma agulha assustadora.
#7 A vitamina D encontra-se naturalmente em muitas comidas como as sardinhas ou o salmão.
#8 A vitamina D tem um registro de segurança perfeito. Nunca ninguém morreu por a consumir.
#9 A vitamina D tem um preço atractivo. Você até pode tê-la grátis (pela luz solar).
Vitamin D is affordable. You can even get it for free (from sunlight).
#10 A vitamina D não contém fragmentos virais de animais doentes (como muitas vezes as vacinas têm).
#11 A vitamina D não contém thimerosal (mercúrio) ou outros preservantes químicos.
#12 Vitamina D não precisa de uma bula de aviso descrevendo possíveis efeitos secundários.
#13 Vitamina D não magoa o seu braço quando a toma.
#14 A vitamina D também melhora o metabolismo do açúcar, densidade óssea e modos saudáveis.
#15 A vitamina D é segura para o ambiente.
#16 Vitamina D não contém esqualeno ou outros adjuvantes químicos inflamatórios.
#17 A vitamina D funciona em toda a gente e é segura para todos, incluindo crianças e bebés.
#18 A vitamina D é feita na natureza e não num laboratório.
#19 A vitamina D encontra-se naturalmente no leite materno.
#20 Você pode andar, mascar goma, e gerar vitamina D do Sol tudo ao mesmo tempo.
Desista da vacina. Tome mais vitamina D!
E aqui uma pequena rima que escrevi acerca da vacina para a gripe A de que poderá gostar:
The swine flu vaccine was a hoax
All the “science” turned out to be jokes
One quick vaccination
Caused genetic mutation
Turning friendly young girls into blokes
- amalux
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Re: Portuguese
by amalux » Thu Nov 05, 2009 6:29 am
Swine flu vaccination associated with death, protests and deficits, reports Sueddeutsche Zeitung
Vacinação contra a gripe suína associada a mortes, protestos e deficiências, relata o Sueddeutsche Zeitung
Um dos principais jornais da Alemanha, Die Sueddeutsche, diz "mortes, protestos e deficiências" caracterizaram o início da campanha de vacinação contra a gripe suína.
http://www.sueddeutsche.de/wissen/761/493111/bilder/?img=99999.0
O jornal nota que pelo menos 5 pessoas na Suécia morreram depois de tomar a vacina ainda que as autoridades Suecas estejam negando uma conexão.
Mais de 600 Suecos relataram efeitos secundários até agora. As autoridades Suecas dizem que 20 destes casos são severos.
1,4 milhões de doses da GSK Pandemrix foram distribuídos na Suécia mas não é claro quantas doses foram dadas aos Suecos.
Os reguladores da gripe suína disseram que a Pandemrix não pode ser dada a grávidas, crianças abaixo dos 18 anos e aqueles com mais de 60 anos por não haver dados clínicos da vacina em grávidas e muito poucos dados na vacinação em crianças.
Entretanto na Áustria, a Celvapan da Baxter - apressada para aprovação sem mercúrio e adjuvantes - é para ser administrada por médicos governamentais enquanto os médicos em geral serão excluídos.
Vacinação contra a gripe suína associada a mortes, protestos e deficiências, relata o Sueddeutsche Zeitung
Um dos principais jornais da Alemanha, Die Sueddeutsche, diz "mortes, protestos e deficiências" caracterizaram o início da campanha de vacinação contra a gripe suína.
http://www.sueddeutsche.de/wissen/761/493111/bilder/?img=99999.0
O jornal nota que pelo menos 5 pessoas na Suécia morreram depois de tomar a vacina ainda que as autoridades Suecas estejam negando uma conexão.
Mais de 600 Suecos relataram efeitos secundários até agora. As autoridades Suecas dizem que 20 destes casos são severos.
1,4 milhões de doses da GSK Pandemrix foram distribuídos na Suécia mas não é claro quantas doses foram dadas aos Suecos.
Os reguladores da gripe suína disseram que a Pandemrix não pode ser dada a grávidas, crianças abaixo dos 18 anos e aqueles com mais de 60 anos por não haver dados clínicos da vacina em grávidas e muito poucos dados na vacinação em crianças.
Entretanto na Áustria, a Celvapan da Baxter - apressada para aprovação sem mercúrio e adjuvantes - é para ser administrada por médicos governamentais enquanto os médicos em geral serão excluídos.
- amalux
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Re: Portuguese
by amalux » Thu Nov 05, 2009 7:19 am
POLISH HEALTH MINISTER REJECTS UNTESTED SWINE FLU JABS
Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A
A Ministra da Saúde Polaca Ewa Kopacz disse ontem numa conferência de imprensa transmitida pelo canal de televisão Polaco TVN24, que o Governo irá rejeitar vacinação em massa da população contra a "gripe suína" por causa de preocupações com a segurança da vacina.
Kopacz disse que o Governo iria basear a sua decisão em usar a vacina da gripe A baseado em dados de estudos clínicos credíveis, mas não existem esses dados credíveis para as vacinas da gripe A.
"Não vamos encomendar nenhuma vacina H1N1 a menos que exista evidência completa de que são completamente seguras," disse a Ministra.
"Cada Governo é responsável pela saúde e bem estar de seus cidadãos, por recomendar-lhes tratamentos saudáveis e seguros. Até agora, em nenhum momento, nenhuma companhia com que estamos negociando foi capaz de providenciar-nos a coisa mais importante para nós - a evidência da segurança das vacinas e que não irá ter possíveis efeitos secundários," disse a Ministra.
"Não irei trabalhar sob pressão! Nós não iremos encomendar nenhuma vacina para a gripe H1N1 a menos que haja completa evidência de que são completamente seguras," disse Ewa Kopacz.
Ewa Kopacz também disse que a gripe comum sazonal é muito mais perigosa que a "gripe suína".
Esta é uma tradução palavra por palavra de um segmento de 39 segundos da conferência de imprensa:
"Não vamos nos preocupar acerca de se (a vacina para a gripe A) vai chegar à Polónia. O problema é outro: quando aqui chegar,(a vacina) tem de ser segura. Não vai ser um caso de "não temos certeza de se é segura mas vamos comprar de qualquer forma para os grupos de risco.
Ninguém me convencerá a isso. Se o fizermos (comprar a vacina), deverá ser segura de forma a que possa ser recomendada olhando directamente nos olhos dos Polacos, e especialmente para aqueles que irão ter o máximo contacto com pacientes doentes - em primeiro lugar os médicos, que têm de garantir que a vacina é uma medida profiláctica, não um placebo, não algo que possa causar efeitos adversos no futuro, mas uma vacina que lhes irá garantir imunidade, então por favor dêem-nos um pouco de tempo", ela disse.
The Polish Health Minister downplayed the dangers of the swine flu pandemic.
A Ministra da Saúde da Polónia minimiza os perigos da pandemia de gripe A.
"Não devíamos estar preocupados se a vacina vai estar pronta a tempo. Mas se é segura em primeiro lugar. Não iremos dar ás pessoas uma vacina-placebo, não iremos seguir qualquer rumor, mas iremos basear nossas decisões em testes clínicos credíveis. Até agora esses não existem esses testes," disse a Ministra.
O Governo da Polónia também se ofereceu para ajudar a Ucrânia a lidar com a sua pandemia.
O Governo Polaco ofereceu ajuda aos Ucranianos com testes de laboratório para o vírus que misteriosamente emergiu na Ucrânia.
É altamente pouco provável que as autoridades Ucranianas irão dar amostras do vírus a laboratórios independentes para testar se contém vírus H5N1 como algumas fontes indicaram.
Adicionalmente, a Polónia está a enviar máscaras cirúrgicas, vitaminas e medicamentos para assistir a Ucrânia.
A declaração do Ministério da Saúde da polónia indica que pelo menos um governo na Europa não foi subornado, chantageado ou aterrorizado pela indústria farmacêutica e OMS para a vacinação forçada de seus cidadãos com vacinas não testadas e tóxicas e a ceder controle de seu país.
O protesto tem muito a ver com os esforços de pessoas como Krzysztof Tarnawski, Michał e Marisha Siemaszko, e Marek Podlecki.
Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A
A Ministra da Saúde Polaca Ewa Kopacz disse ontem numa conferência de imprensa transmitida pelo canal de televisão Polaco TVN24, que o Governo irá rejeitar vacinação em massa da população contra a "gripe suína" por causa de preocupações com a segurança da vacina.
Kopacz disse que o Governo iria basear a sua decisão em usar a vacina da gripe A baseado em dados de estudos clínicos credíveis, mas não existem esses dados credíveis para as vacinas da gripe A.
"Não vamos encomendar nenhuma vacina H1N1 a menos que exista evidência completa de que são completamente seguras," disse a Ministra.
"Cada Governo é responsável pela saúde e bem estar de seus cidadãos, por recomendar-lhes tratamentos saudáveis e seguros. Até agora, em nenhum momento, nenhuma companhia com que estamos negociando foi capaz de providenciar-nos a coisa mais importante para nós - a evidência da segurança das vacinas e que não irá ter possíveis efeitos secundários," disse a Ministra.
"Não irei trabalhar sob pressão! Nós não iremos encomendar nenhuma vacina para a gripe H1N1 a menos que haja completa evidência de que são completamente seguras," disse Ewa Kopacz.
Ewa Kopacz também disse que a gripe comum sazonal é muito mais perigosa que a "gripe suína".
Esta é uma tradução palavra por palavra de um segmento de 39 segundos da conferência de imprensa:
"Não vamos nos preocupar acerca de se (a vacina para a gripe A) vai chegar à Polónia. O problema é outro: quando aqui chegar,(a vacina) tem de ser segura. Não vai ser um caso de "não temos certeza de se é segura mas vamos comprar de qualquer forma para os grupos de risco.
Ninguém me convencerá a isso. Se o fizermos (comprar a vacina), deverá ser segura de forma a que possa ser recomendada olhando directamente nos olhos dos Polacos, e especialmente para aqueles que irão ter o máximo contacto com pacientes doentes - em primeiro lugar os médicos, que têm de garantir que a vacina é uma medida profiláctica, não um placebo, não algo que possa causar efeitos adversos no futuro, mas uma vacina que lhes irá garantir imunidade, então por favor dêem-nos um pouco de tempo", ela disse.
The Polish Health Minister downplayed the dangers of the swine flu pandemic.
A Ministra da Saúde da Polónia minimiza os perigos da pandemia de gripe A.
"Não devíamos estar preocupados se a vacina vai estar pronta a tempo. Mas se é segura em primeiro lugar. Não iremos dar ás pessoas uma vacina-placebo, não iremos seguir qualquer rumor, mas iremos basear nossas decisões em testes clínicos credíveis. Até agora esses não existem esses testes," disse a Ministra.
O Governo da Polónia também se ofereceu para ajudar a Ucrânia a lidar com a sua pandemia.
O Governo Polaco ofereceu ajuda aos Ucranianos com testes de laboratório para o vírus que misteriosamente emergiu na Ucrânia.
É altamente pouco provável que as autoridades Ucranianas irão dar amostras do vírus a laboratórios independentes para testar se contém vírus H5N1 como algumas fontes indicaram.
Adicionalmente, a Polónia está a enviar máscaras cirúrgicas, vitaminas e medicamentos para assistir a Ucrânia.
A declaração do Ministério da Saúde da polónia indica que pelo menos um governo na Europa não foi subornado, chantageado ou aterrorizado pela indústria farmacêutica e OMS para a vacinação forçada de seus cidadãos com vacinas não testadas e tóxicas e a ceder controle de seu país.
O protesto tem muito a ver com os esforços de pessoas como Krzysztof Tarnawski, Michał e Marisha Siemaszko, e Marek Podlecki.
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